Perguntas Frequentes

Sim. A seguradora tem o prazo de 15 dias para se pronunciar quanto à proposta de seguro apresentada pelo segurado ou seu corretor, seja ela uma nova proposta, renovação ou alteração que implique modificação do risco. Encerrado este prazo, não tendo havido a recusa da seguradora, o seguro passa a ser considerado aceito.

Sim. Mas dependerá de comum acordo entre as partes – segurado e seguradora. No caso de seguros coletivos, as alterações dependem da anuência expressa de 3/4 do grupo interessado.

O não pagamento do prêmio no prazo poderá acarretar a suspensão ou até mesmo o cancelamento do seguro. Caso o sinistro ocorra após a data de suspensão ou cancelamento, o pagamento da indenização fica prejudicado.

É o valor que o segurado paga à seguradora pelo seguro, transferindo a ela o risco previsto nas Condições Contratuais. Pagar o prêmio é uma das principais obrigações do segurado.

É o contrato de seguro, no qual constam os dados do segurado, além dos tipos de coberturas escolhidos e das condições gerais e particulares que identificam o risco e o patrimônio segurado.

A liquidação dos sinistros deverá ser feita num prazo não superior a 30 dias, contados a partir da entrega de todos os documentos básicos apresentados pelo segurado ou beneficiário(s). A contagem do prazo poderá ser suspensa quando, no caso de dúvida justificável, forem solicitados novos documentos. O prazo volta a correr a partir do próximo dia útil.

O segurado deverá, ocorrendo sinistro, avisar imediatamente a seguradora, preencher o formulário de aviso de sinistro e apresentar a documentação necessária, definida nas condições gerais do seguro.
Nos casos de indenização integral, o documento de transferência de propriedade do veículo deverá ser devidamente preenchido com os dados de seu proprietário e da sociedade seguradora.

A primeira coisa a se fazer, neste caso, é exigir que o dono do estabelecimento se responsabilize. Se ele se recusar, acione a seguradora  para que o problema seja resolvido o quanto antes.

A indenização integral ocorre quando o prejuízo resultante do sinistro atingir ou ultrapassar 75% (ou percentual inferior quando previsto na apólice) o valor contratado pelo segurado, e em caso de roubo ou furto do veículo, se o mesmo não for recuperado.

É a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado, na ocorrência de sinistro. Sendo assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar o valor da franquia, a seguradora não indenizará o segurado.

Se houver prova de embriaguez,  como um teste de bafômetro, a seguradora não indenizará.

Sim, pois ela é o seu percentual de prejuízo, independente da culpa. O que pode ser feito é, depois de tudo concluído, cobrar judicialmente o responsável.

Não. O bônus é um benefício dado pela boa conduta do motorista e pode ser transferido para outra seguradora.

No momento da contratação, o segurado precisa informar quem é o principal condutor e quem é o condutor secundário, aquele que também usará o carro, mas com frequência menor. Se em uma situação esporádica algum amigo usar o carro e sofrer algum sinistro, dificilmente a seguradora vai se recusar a fazer a indenização.  A seguradora somente nega a indenização se for constatado que a pessoa que estava dirigindo usa o carro com a frequência de pelo menos uma vez por semana.

Apenas se o segurado optou por esta cobertura no momento da contratação.

Não. Assim como o segurado, a seguradora pode escolher não renovar apólices após o final de vigência. Ela deve comunicar sua decisão de não renovação da apólice aos segurados mediante aviso prévio de, no mínimo, sessenta dias que antecedam o final de vigência da apólice.

Pode, mas por se tratar de uma doença pré-existente o valor do seguro é mais caro já que o risco do segurado é maior.

Para os menores de 14 anos é permitida, exclusivamente, a contratação de coberturas por sobrevivência ou coberturas de riscos relacionadas ao reembolso de despesas como, por exemplo, as despesas com funeral ou despesas médicas, hospitalares e odontológicas decorrentes de acidente pessoal.

Neste caso, a metade do capital segurado será paga ao cônjuge não separado judicialmente e o restante aos herdeiros do segurado, obedecendo à ordem da vocação hereditária. Na falta desses, serão beneficiários os que provarem que a morte do segurado os privou dos meios necessários à subsistência.

Apenas se ele acontecer 24 meses após a contratação.

Sim, mas como o risco é maior, o valor também será. As seguradoras também têm a liberdade de recusar.

A maioria das seguradoras permite a contratação até 65 anos de idade.

São aqueles bens, especificados na apólice, que não serão indenizados, ainda que os prejuízos sejam decorrentes de riscos cobertos. Em geral são joias, obras de arte, itens de coleção etc.

Riscos cobertos são aqueles previstos e descritos em cada uma das coberturas, que terão eventuais prejuízos cobertos pelo seguro. Riscos excluídos são aqueles cujos prejuízos decorrentes não serão indenizados pelo seguro, salvo se contratada cobertura específica.

A cobertura principal cobre danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico e suas consequências, tais como desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local. Pode, porém, haver outras coberturas como, por exemplo, de danos decorrentes de incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza ou decorrentes de outras causas como terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave, danos elétricos, dentre outras.